Como tirar seu filho da
''geração nem nem''
''geração nem nem''
O número de jovens que nem estudam nem trabalham
vem aumentando no Brasil. Veja como evitar que seu filho faça parte desta
estatística
vem aumentando no Brasil. Veja como evitar que seu filho faça parte desta
estatística
29/11/2013
11:58
Texto Luciana Fleury
11:58
Texto Luciana Fleury
Foto:
Eduardo Junqueira
Eduardo Junqueira

Geração
Nem-Nem: um milhão e meio de jovens entre 19 e 24 anos não frequentam a escola
e também não ocupam um posto de trabalho
Nem-Nem: um milhão e meio de jovens entre 19 e 24 anos não frequentam a escola
e também não ocupam um posto de trabalho
Estudo realizado pelo Instituto
Brasileiro de Economia da Fundação Getulio Vargas (IBRE) aponta que 1,5 milhão
de jovens entre 19 e 24 anos (excluindo mulheres com filhos ou donas de casa)
não frequenta a escola e também não ocupa um posto de
trabalho. O fenômeno aparece em todas as classes sociais, apesar de estar
muito concentrado nas camadas mais baixas. É a chamada Geração Nem-Nem
(nem estuda, nem trabalha) que preocupa educadores pelo risco de
comprometimento de seu futuro.
Brasileiro de Economia da Fundação Getulio Vargas (IBRE) aponta que 1,5 milhão
de jovens entre 19 e 24 anos (excluindo mulheres com filhos ou donas de casa)
não frequenta a escola e também não ocupa um posto de
trabalho. O fenômeno aparece em todas as classes sociais, apesar de estar
muito concentrado nas camadas mais baixas. É a chamada Geração Nem-Nem
(nem estuda, nem trabalha) que preocupa educadores pelo risco de
comprometimento de seu futuro.
"Um
ponto importante é não responsabilizar os jovens por isso, quando na verdade é
algo de responsabilidade da sociedade, do governo, da qualidade da Educação, de
questões sociais e econômicas. Não podemos simplesmente culpar o jovem dizendo
que é ele quem não tem interesse, que não quer se mexer, que não busca
oportunidades", alerta Cynthia Bisinoto Evangelista de Oliveira,
professora de Psicologia do Desenvolvimento e da Aprendizagem na UnB
(Universidade de Brasília).
ponto importante é não responsabilizar os jovens por isso, quando na verdade é
algo de responsabilidade da sociedade, do governo, da qualidade da Educação, de
questões sociais e econômicas. Não podemos simplesmente culpar o jovem dizendo
que é ele quem não tem interesse, que não quer se mexer, que não busca
oportunidades", alerta Cynthia Bisinoto Evangelista de Oliveira,
professora de Psicologia do Desenvolvimento e da Aprendizagem na UnB
(Universidade de Brasília).
A opinião
é apoiada pelo Alexandre Prates, especialista em liderança e sócio-fundador do
ICA (Instituto de Coaching Aplicado). "A escola está longe do jovem de
hoje, conectado, ligado em tecnologia, que não vê como os conteúdos
apresentados na sala de aula têm relação com a vida dele", afirma,
complementando que mesmo o mercado de trabalho não consegue se mostrar atraente
para este público. Prates elenca os "3 Is da nova geração" que
atrapalham esta relação: Impaciência ("Ou me satisfaz imediatamente ou não
quero"), Inconsistência (causada pela avalanche de informações a que se
têm acesso atualmente, o que não permite um aprofundamento do conhecimento),
Iniciativa (vontade de mudar que nem sempre é devidamente valorizada ou bem
trabalhada).
é apoiada pelo Alexandre Prates, especialista em liderança e sócio-fundador do
ICA (Instituto de Coaching Aplicado). "A escola está longe do jovem de
hoje, conectado, ligado em tecnologia, que não vê como os conteúdos
apresentados na sala de aula têm relação com a vida dele", afirma,
complementando que mesmo o mercado de trabalho não consegue se mostrar atraente
para este público. Prates elenca os "3 Is da nova geração" que
atrapalham esta relação: Impaciência ("Ou me satisfaz imediatamente ou não
quero"), Inconsistência (causada pela avalanche de informações a que se
têm acesso atualmente, o que não permite um aprofundamento do conhecimento),
Iniciativa (vontade de mudar que nem sempre é devidamente valorizada ou bem
trabalhada).
Diante
desta dura realidade, a pergunta que fica é: como os pais podem agir para
evitar que seus filhos façam parte desta estatística, ainda mais em uma idade
em que não adianta obrigar o filho a ir para um caminho ou para outro, já que a
tendência é ele se tornar um problema na escola, não frequentando as aulas ou
tendo posturas inadequadas ou mesmo agindo de forma a simplesmente não parar em
emprego algum?
desta dura realidade, a pergunta que fica é: como os pais podem agir para
evitar que seus filhos façam parte desta estatística, ainda mais em uma idade
em que não adianta obrigar o filho a ir para um caminho ou para outro, já que a
tendência é ele se tornar um problema na escola, não frequentando as aulas ou
tendo posturas inadequadas ou mesmo agindo de forma a simplesmente não parar em
emprego algum?
O
primeiro ponto é saber que é preciso atacar a questão. "Apesar da dificuldade,
os pais não devem ser omissos e ficar empurrando o problema para frente,
achando que uma hora este jovem irá se encontrar e terá motivação para o
estudo. Fechar os olhos só irá agravar as coisas", alerta José Aloyseo
Bzuneck, membro do grupo de pesquisa "Motivação de alunos e
professores" da pós-graduação da Universidade Estadual de Londrina.
primeiro ponto é saber que é preciso atacar a questão. "Apesar da dificuldade,
os pais não devem ser omissos e ficar empurrando o problema para frente,
achando que uma hora este jovem irá se encontrar e terá motivação para o
estudo. Fechar os olhos só irá agravar as coisas", alerta José Aloyseo
Bzuneck, membro do grupo de pesquisa "Motivação de alunos e
professores" da pós-graduação da Universidade Estadual de Londrina.
Apesar de
não existir uma saída fácil para a situação, os três especialistas apontam
caminhos que podem ajudar. Confira:
não existir uma saída fácil para a situação, os três especialistas apontam
caminhos que podem ajudar. Confira:
Para ler,
clique nos itens abaixo:
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A geração Nen-Nen está na sociedade,dessa forma torna interessante saber quais as razões que contribuíram para o aparecimento dessa geração e quais as consequências para aqueles que fazem parte dela.Sabemos que vivemos sob o domínio de um capitalismo bárbaro que não permite uma educação de qualidade para todos, as famílias estão cada vez mais perdendo a solidez e os jovens acabam sendo vítimas de uma grave crise os levando a um futuro"roubado", pois estão de frente a fatores negativos que somam ao seu redor como: o consumismo,drogas, falta de apoio familiar, sem trabalho, não estudam e oportunizando o caminho da criminalidade e das drogas e assim suas esperanças desaparecem completamente , tendo muitos desses sem retorno a sociedade.
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