terça-feira, 21 de março de 2017

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Os Três Porquinhos

UMA HISTÓRIA INFANTIL QUE ENSINA O VALOR DO ESFORÇO PARA AS CRIANÇAS

Era uma vez uma feliz família de porquinhos que tinha três filhos. Os porquinhos foram crescendo e os pais notavam que estavam muito dependentes. Não ajudavam no trabalho de casa nem se esforçavam em nada. Então um dia, eles se reuniram e decidiram que os porquinhos, que já estavam bem crescidos, fossem morar sozinhos. Os pais deram um pouco de dinheiro a cada um, alguns bons conselhos. Os três porquinhos partiram para o bosque em busca de um bom lugar para construir, cada um, a sua casa.

Os três porquinhos constroem a sua casa

Os três porquinhos. Um conto tradicional infantil
O primeiro porquinho, que era o mais preguiçoso de todos, foi logo optando por construir uma casa rápida e que não necessitasse muito esforço. E construiu uma casa de palha, embora os seus irmãos lhe tenham dito que não era segura.
O segundo porquinho, que era menos preguiçoso que o primeiro mas que tampouco gostava de trabalhar, construiu uma casa de madeira, porque pensava que era mais prática e resistente.
O terceiro porquinho, o mais sensato de todos e mais trabalhador, preferiu construir uma casa de tijolos. Demorou mais para construí-la mas depois de três dias de intenso trabalho a casa estava prontinha.

O lobo e os três porquinhos

Os três porquinhos ouviram falar que um perigoso lobo rondava pelo bosque. E não demorou muito para que aparecesse pelas suas casas, em busca de uma boa carne de porco para comer.
O lobo então foi bater na porta da casa do primeiro porquinho. O porquinho, tentando intimidá-lo disse:


- Vá embora seu lobo. Aqui você não vai entrar.
O lobo insistiu e disse:
- Abra logo esta porta ou soprarei e soprarei e a sua casa destruirei. 
Vendo que o porquinho não abria a porta da casa, o lobo começou a soprar e soprar tão forte que a casa de palha voou pelos ares. O porquinho, desesperado, acabou correndo em direção à casa de madeira do seu irmão. O lobo correu atrás dele, mas não conseguiu alcançá-lo.
O lobo então foi bater na porta da casa do segundo porquinho. O porquinho, tentando intimidá-lo disse:
- Vá embora seu lobo. Na minha casa de madeira você não vai conseguir entrar.
O lobo insistiu e disse:
- Abram logo esta porta ou soprarei e soprarei e esta casa destruirei. 
Vendo que os porquinhos não abriam a porta da casa, o lobo começou a soprar e soprar tão forte que a casa de madeira caiu e ficou em pedaços. Os porquinhos, desesperados, acabaram correndo em direção à casa de tijolo e cimento do outro irmão. O lobo correu atrás deles, mas não conseguiu alcançá-los.
O lobo então foi bater na porta da casa do terceiro porquinho. Os porquinhos tentando intimidá-lo cantaram:
Quem tem medo do lobo mau
Lobo mau, lobo mau?!
Quem tem medo
do lobo mau?!
Ele é um cara legal!
O lobo ficava cada vez mais furioso e gritou:
- Abram a porta, já!!!
E os porquinhos responderam:
- Vá embora seu lobo. Você não conseguirá derrubar esta casa porque está feita com tijolo e cimento.
O lobo insistiu e disse:
- Abram logo esta porta ou soprarei e soprarei e esta casa destruirei. 
Vendo que os porquinhos não abriam a porta da casa, o lobo começou a soprar, soprar, soprar, e a casa continuava inteira no seu lugar. O lobo ficou tão cansado que acabou sentando-se ao pé da porta para descansar. Enquanto isso, pensou e pensou em como entrar na casa e teve uma idéia. Foi buscar uma escada para subir ao telhado da casa e entrar na casa pela chaminé. Os porquinhos, vendo o que tramava o lobo, reagiram logo. Puseram a ferver um balde enorme de água, e o colocou no final da chaminé e esperaram.
Quando o lobo entrou na chaminé, caiu bem dentro do balde cheio de água fervendo.
- Uai, uai, Uaiiiiii!!!!!!!! Gritou o lobo, saindo correndo ao lago para aliviar as suas queimaduras e assustado, nunca mais voltou a molestar os porquinhos.

E quanto aos porquinhos, aprenderam a lição de que tudo o que é feito com esforço tem melhor resultado. Os três porquinhos decidiram morar juntos e todos viveram felizes e harmonia.

Fonte: https://br.guiainfantil.com/materias/cultura-e-lazer/contos-infantis/os-tres-porquinhos-contos-para-criancas/
Momento de interação com o material de estudo
O meu ano letivo de dois mil e dezessete antecipou com a organização dos cronogramas das disciplinas as quais eu havia inscrito para o primeiro semestre de dois mil e dezessete do quinto período do meu curso de pedagogia e dentre as disciplinas da grade mais uma vez constava o seminário de práticas educativas. Já é o quarto que participo, porém o que me deixou apreensiva era a aproximação do dia dezoito de fevereiro; data para acontecer a nossa oficina aqui no polo de Três Rios e comecei a interagir com a plataforma para buscar as informações na disciplina e estar a par das orientações ali contidas para esse dia.
Foi tão bom ser recepcionada com as boas vindas que trazia o tema para o semestre na qual eu era convidada a aceitar o desafio para discutir novas formas de aprender e ensinar conhecendo o trabalho com Projetos. Achei interessante o tema, pois seria algo que me daria a possibilidade de ampliar a prática do meu trabalho.
Logo a seguir a coordenadora da disciplina Andrea Castro se apresentou  através de um breve vídeo de uma forma bem carismática dando dicas para que eu pudesse aproveitar integralmente  esse dia que foi planejado carinhosamente pela equipe pedagógica com propostas e orientações  que fundamentam as práticas educativas e assim encontrar respostas significativas para minhas curiosidades através de uma postura crítica, reflexiva e assim poder viver os paradigmas requeridos para a educação do século XXI.
A nossa interação com os participantes dessa oficina começou a ser dinamizada na plataforma através do fórum de apresentação para que pudéssemos ser conhecidas mesmo estando longe fisicamente. Eu particularmente acho essa ação interessante e proveitosa.
As orientações para eu continuar navegando pela disciplina , levou-me a iniciar minhas reflexões através da leitura de alguns trechos do livro” Pinóquio às Avessas” do escritor Rubens Alves; uma perfeita escolha para orientar e eu perceber  que a dinâmica do conhecimento  é a consequência da mobilidade que se dá as curiosidades, pois é ela a principal ferramenta que propicia a produção de significados dos questionamentos e sem elas serei pássaro engaiolados e colocarei em risco a minha essência do voo que será refletida em minha prática pedagógica.
O tempo todo, fui encorajada pela equipe da disciplina a fazer leituras para que eu pudesse ser participativa na oficina e que de fato contribuísse para a sua dinamização, assim iniciei minha leitura no caderno da TV Escola que contemplava em seu volume 3-1988, Diários e Projetos de Trabalho e percebi que mesmos os professores que já trabalham com projetos não estão imunes a dúvidas em relação a forma de conduzir o processo , por isso eu tenho que ser um eterno investigador da minha prática pedagógica e mudar minha postura para que eu seja colaboradora na recriação da escola, atuante como transformadora desse espaço ao oportunizar uma aprendizagem significativa para todos que ali dividem esse espaço, fazendo com que os alunos  sejam atores  por estarem diretamente envolvidos no processo de ensino aprendizagem.
Reflexões
Com essa leitura eu pude aprender que o trabalho com Projetos não é uma técnica que mesmo sendo atrativa irá transmitir aos alunos o conteúdo das matérias, mas é de fato uma mudança na postura que irá inovar o pensamento do professor em relação a sua prática e nas teorias que lhe sustentam. Sob esse olhar, o aluno será participativo, questionador, tomará atitudes mediante os fatos que o levará a investigação e nessa dinâmica, ele constrói tantos conceitos quanto informações novas que oportunizará fazer escolhas sob quais procedimentos deverá tomar ao se deparar com momentos de resoluções de problemas. Isso é uma exigência para dar conta da complexidade do mundo contemporâneo, pois esse encontra-se em profunda transformação, assim ele poderá perceber as causas das mudanças e posicionar criticamente diante delas.
Construir um projeto de trabalho, requer o conhecimento de alguns aspectos fundamentais, assim ele precisa ser construído coletivamente, problematizando questões que conduzirá o grupo a debates, discussões e reflexões. Os alunos são sujeitos ativos, porém o projeto deve atender aos interesses dos alunos, por conseguinte eles devem mostrar envolvimento, responsabilidade e compromisso no desenvolvimento da cooperação e solidariedade entre alunos e professores.

Os textos e vídeos disponibilizados na plataforma foram de grande ajuda para eu compreender a forma como a nossa oficina foi conduzida pela professora Maria, pois observei que ao direcionar suas ações em relação aos grupos presentes foi respeitado a diversidade dos estilos e ritmos de trabalho dos grupos, propondo que a escolha do tema seria feita por cada grupo, o que queríamos saber e investigar seria feito a partir de nossas dúvidas, curiosidades e indagações.

segunda-feira, 20 de março de 2017

Mafalda


Resultado de imagem para tirinhas da Mafalda sobre autonomia

"O estímulo é o melhor gesto para a edificação de um bom trabalho"



O vídeo " O voo dos gansos" nos mostra a necessidade de uma organização estruturada para que possamos trabalhar em equipe. Achei interessante a postagem desse vídeo pois o objetivo do Projeto de trabalho tem a intenção de alcançar uma meta, assim é preciso que o grupo seja encorajado e apoiado nas ações para que possam fazer suas postagens a fim de dinamizar nossos questionamentos abordados durante a oficina.

Precisamos compartilhar da mesma direção e sentido quando somos integrantes de um grupo e assim juntos com o olhar no mesmo propósito teremos um esforço menor, tornará mais fácil e agradável alcançarmos o objetivo inicial.